

O projeto vem descobrindo novos valores em comunidades carentes de João Pessoa como alto estima e força de vontade, com ajuda de voluntários que antes não tinham oportunidade no mercado de trabalho vai aprender uma nova profissão e a valorizar um pouco mais a cultura do local onde moram.
A comunidade do Bairro São José pode ver esse resultado dessa experiência.
Jovens que esta aos poucos a ajudar a mudar a realidade da comunidade onde moram, eles vivem no Bairro São José em João Pessoa, formado a partir da ocupação ribeirinha do Rio Jaguaribe no início da década de 70 atualmente a comunidade tem a população aproximada de 14 mil habitantes.
Moram aqui famílias com renda abaixo de dois salário mínimo, a comunidade apresenta altos índices de violência e criminalidade que gera preconceito por parte dos bairros circunvizinhos.
Um retrato em preto e branco que nos olhos de desses três jovens vai ganhando uma nova cor.
Marcos ( voluntário) hoje arruma o espaço onde ele ajudou a construir.
É aqui que funciona a sede do Ponto de Cultura Para’iwa o projeto é resultado de uma parceria da UFPB com a Associação Unificada dos moradores do Bairro, no local funciona um laboratório com seis computadores, impressora e scaner , para capacitação em informática básica e web desing com acesso a internet.

Marcos: Tudo que eu faço é com amor, em troca eu recebo alegria das pessoas e o reconhecimento.
Mirtes e Paulo também são voluntários e trabalham como monitores, ele é responsável pela a organização da pequena biblioteca e ajuda na capacitação de jovens na exclusão digital.

Paulo: (voluntário)Cada vez que ensino, um aluno que vejo recebendo um certificado é uma gratificação.
Além de dar aula de informática Mirtes desenvolve atividades lúbricas com as crianças da comunidade.
Meninos e meninas dos 9 aos 12 anos, que estão redescobrindo a magia da infância.

Mirtes: (voluntária) Como todo mundo falam é o futuro do nosso país então quero mudar a realidade um pouco daqui!
Mostrar para eles que existe coisas mais bonitas e diferentes do que as pessoas de fora ficam julgando a comunidade ou qualquer outra comunidade que seja de baixa renda.
A iniciativa também esta permitindo que esses jovens voluntários aprendam por meio da linguagem áudio visual e multimídia a levar cultura e informação para o bairro onde moram o resultado com um programa de televisão que Mirtes e Paulo também ajudaram a produzir.
Nos bastidores difícil esconder o nervosismo dos estreantes apresentadores;
Paulo: Estou muito ansioso, nervoso !
Mirtes: Eu espero que ocorra tudo bem, que eu não falhe, que tudo ocorra ótimo!
O cenário foi ali mesmo numa esquina da comunidade, os moradores é claro compareceram para prestigiar.
O projeto “ UMA ESQUINA NA CIDADE” tem o patrocínio do ministério da cultura, e conta com o apoio de vários profiss
ionais da área.
Durval Leal: (presidente da ONG Para’iwa )Tudo isso aqui é novidade, nos não sabemos o resultado que vai acontecer, mas é uma troca muito feliz!
O projeto existe a um pouco mais de um mês e deve percorrer por 15 bairro de João Pessoa.
O objetivo além de capacitar jovens por meio da linguagem audiovisual e multimídia e revelar o retrato social e cultural de cada bairro.
Mirtes: A comunidade vendo que há um programa de tv dentro da comunidade onde eles moram vai se sentir mais valorizados!
A comunidade do Bairro São José pode ver esse resultado dessa experiência.
Jovens que esta aos poucos a ajudar a mudar a realidade da comunidade onde moram, eles vivem no Bairro São José em João Pessoa, formado a partir da ocupação ribeirinha do Rio Jaguaribe no início da década de 70 atualmente a comunidade tem a população aproximada de 14 mil habitantes.
Moram aqui famílias com renda abaixo de dois salário mínimo, a comunidade apresenta altos índices de violência e criminalidade que gera preconceito por parte dos bairros circunvizinhos.
Um retrato em preto e branco que nos olhos de desses três jovens vai ganhando uma nova cor.
Marcos ( voluntário) hoje arruma o espaço onde ele ajudou a construir.
É aqui que funciona a sede do Ponto de Cultura Para’iwa o projeto é resultado de uma parceria da UFPB com a Associação Unificada dos moradores do Bairro, no local funciona um laboratório com seis computadores, impressora e scaner , para capacitação em informática básica e web desing com acesso a internet.

Marcos: Tudo que eu faço é com amor, em troca eu recebo alegria das pessoas e o reconhecimento.
Mirtes e Paulo também são voluntários e trabalham como monitores, ele é responsável pela a organização da pequena biblioteca e ajuda na capacitação de jovens na exclusão digital.

Paulo: (voluntário)Cada vez que ensino, um aluno que vejo recebendo um certificado é uma gratificação.
Além de dar aula de informática Mirtes desenvolve atividades lúbricas com as crianças da comunidade.
Meninos e meninas dos 9 aos 12 anos, que estão redescobrindo a magia da infância.

Mirtes: (voluntária) Como todo mundo falam é o futuro do nosso país então quero mudar a realidade um pouco daqui!
Mostrar para eles que existe coisas mais bonitas e diferentes do que as pessoas de fora ficam julgando a comunidade ou qualquer outra comunidade que seja de baixa renda.
A iniciativa também esta permitindo que esses jovens voluntários aprendam por meio da linguagem áudio visual e multimídia a levar cultura e informação para o bairro onde moram o resultado com um programa de televisão que Mirtes e Paulo também ajudaram a produzir.Nos bastidores difícil esconder o nervosismo dos estreantes apresentadores;
Paulo: Estou muito ansioso, nervoso !
Mirtes: Eu espero que ocorra tudo bem, que eu não falhe, que tudo ocorra ótimo!
O cenário foi ali mesmo numa esquina da comunidade, os moradores é claro compareceram para prestigiar.
O projeto “ UMA ESQUINA NA CIDADE” tem o patrocínio do ministério da cultura, e conta com o apoio de vários profiss
ionais da área.Durval Leal: (presidente da ONG Para’iwa )Tudo isso aqui é novidade, nos não sabemos o resultado que vai acontecer, mas é uma troca muito feliz!
O projeto existe a um pouco mais de um mês e deve percorrer por 15 bairro de João Pessoa.
O objetivo além de capacitar jovens por meio da linguagem audiovisual e multimídia e revelar o retrato social e cultural de cada bairro.
Mirtes: A comunidade vendo que há um programa de tv dentro da comunidade onde eles moram vai se sentir mais valorizados!

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